Tomei o tempo, do tempo perdido,
esvaído em minhas mãos!
Passou, qual poeira na estrada,
não deixando nada,
a não ser o tempo perdido
de um amor que passou!

Refeita desse tempo,
outro tempo percorri,
com a alma cansada,
correndo através dele,
procurando-o, nessa ânsia
desmedida, incomensurada!..

E, ganhei um novo tempo!..
Tempo de amar,
de te ver,
de te ter,
de te querer,
para em tudo crer!..

Eda Carneiro da Rocha






   


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