Suavemente

Suavemente tomaste-me pela mão
Levaste-me como algo precioso
Atrás de um ato de amor

Hesitei! Trêmula. De nada sabia
Tanto tempo passado
Tanto amor não consumado

Como Borboleta sem rumo
Te dei a mão na esperança
De amá-lo desta vez para realizar
Nosso amor quase ultapassado.

Pousei numa flor para descansar
Precisava de um momento
Que me desse forças para tentar

E num voo arrojado te segui
Mais uma vez, uma vez mais
Uma Borboleta a sorrir
Era nosso tempo de Amar!..



Eda Carneiro da Rocha
" Poeta Amor"

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