Numa noite de verão,
como Borboleta,
saiu pelo espaço,
atrás de sua alma gêmea
que o convidava a bailar…

Dois seres no espaço,
sem nada para pensar…
Apenas o deixar amar…

Bailaram em voos siderais,
como seres alados que eram
presos por toda uma vida
do grande amor que os consumia!

Já não eram dois a bailar.
Apenas um a considerar
Visto a sombra deixada
em sua eterna fuga
deste mundo a contemplar!

Uma Borboleta levava consigo
a Arte de Amar.
sabendo que jamais estaria sozinha
neste lindo voo que ousara dar!


Eda Carneiro da Rocha
” Poeta Amor”



 

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