Pão da vida,
água cristalina,
para diminuir a sede dos aflitos.
a fome dos esfomeados,
a justiça dos injustiçados,
para combater a guerra,
para fazer a Paz entre irmãos,
para diminuir o Preconceito,
para que fossem felizes,
para que não se envaidecessem:
Nasci!

Para lhes perdoar todos os pecados,
os remir de todas as dores,
os fazer sentir crianças,
leves,
livres,
soltas,
amadas:
Nasci!

Nasci, para ver a felicidade ,
estampada em seus rostos!
Para não ver correr as lágrimas,
para que fossem só felizes,
sem queixas,
sem dores,
com amor,
em seus amores!
Nasci!


E, como, quase nada consegui,
não parei as guerras,
não os livrei do egoísmo,
não os deixei simples,
como eu,
na manjedoura,
com trapos a me cobrir,
com sorrisos de Felicidade,
com tanto cansaço e dor!
Simplesmente...
Morri!
E... Renasci,
para os que crêem em mim!

Eda Carneiro da Rocha
" Poeta Amor"

 

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