Não poderia confessar,
nem com este fado...
nem com uma súplica no olhar.

De quem eu gosto...
Como poderia dizer,
se vivo conjugando o verbo amar..
.
Como amo nesta vida...
É o melhor verbo a se conjugar,
Amo o céu, a terra, os animaizinhos,
os lugares que não conheço
a matiz do teu olhar...

Como é difícil confessar,
de quem eu gosto,
se nem a mim mesma confesso
a plenitude de te amar.

Que posso fazer,
se amar é a minha tônica
e sem ela não vivo não!

Vou confessar só uma coisa
pra ti que é meu amor.
Confesso, sem ter vergonha que amo
e amarei ,enquanto aqui estiver
e que quero colher agora um beijo teu...
com sabor de açucena ou de alecrim,
nas pradarias douradas
deste mundo sem fim!..

Eda Carneiro da Rocha

 

 

 

 


CLIQUE PARA RECOMENDAR ESTA PÁGINA!