Ama-me, não importa como.
Como vento, nuvem, pássaro,
Ama-me!..


Quero te pegar, dançar contigo infinitamente.
Te ter em meus braços,
te saborear, me embriagar,
no nada, no vazio de mim.
Ama-me!..

Cair fulminado neste vulcão que me domina os sentidos,
morrer de amor e ressuscitar!
Sem regras, sem nada que me prenda!..

Com meu desejo, te tomo toda,
faço de ti minha morada,
neste frêmito de amor, quero-te, amada!
Ama-me!..

Traço este caminho de amor,
como maçã abandonada,
da qual tiro todo o sabor,
depois de tê-la mordido toda!

És meu tudo, meu nada,
meu futuro, minha guarida,
que desejo por toda a vida,
para não morrer da dor de amor!..

Ama-me!..

Eda Carneiro da Rocha
" Poeta Amor"




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